Dando continuidade à nossa mais nova série de postagens, hoje, trazemos a vocês um pouco mais sobre a vida de um dos nossos guitarristas. Com vocês, a biografia do nosso querido amigo: Muti.
(Quem não conferiu nosso 1º post da série, clique aqui!)
Nome completo:
Matheus Augusto Alvarenga Muti.
Apelido:
Na banda, sou o ‘Mutei’.
Idade:
17 anos.
Como entrou na banda:
Há muito tempo, onde não havia guitarra, baixo ou bateria, eu
e meus amigos do antigo prédio onde eu morava, descíamos com nossos respectivos
violões e passávamos horas tocando violão no Playground. Ali, surgiu a idéia de
formarmos uma banda.
Inicialmente, participaria do projeto apenas a galera do Carmel.
(nome do prédio.) O tempo passou, mas a idéia continuou apenas na teoria. Somente
eu e Pedro compramos nossos instrumentos, no caso, nossas guitarras. Pedro quis
levar a idéia mais adiante e me disse que conhecia um baixista (Augusto), de sua
sala no colégio e um baterista (João), que era da mesma sala do curso de inglês.
Por fim, Jossany, que era nosso vizinho, seria o vocalista.
Há quanto tempo toca o respectivo instrumento:
Há 5 anos, ganhei meu primeiro violão. Lembro que costumava passar
horas e mais horas com ele. Após 2 anos, comprei minha guitarra e o “vício” só
aumentou. Posso dizer, praticamente tudo que aprendi, é graças à horas e mais
horas de puro treino. Hoje em dia, “engano” um pouco na bateria e no baixo.
[Risos]
Influências:
Iron Maiden, Metallica, Guns N’ Roses, Oficina G3 e Queen.
Relação com a música:
Meu primeiro contato direto foi aos 5, 6 anos de idade,
quando meu tio me chamou para ver um show do Guns N’ Roses em seu aparelho de DVD
novo. Foi amor à primeira vista. Lembro-me que costumava ir na casa dele, que é
no mesmo condomínio onde moro atualmente, todo dia quando chegava da escola. [Risos]
Também me lembro do CD “Classic Metal”, que meus pais me
deram de presente. Eu era viciado em “Breaking All The Rules, do Peter
Frampton. Quem diria que, anos mais tarde, eu estaria tocando ela com minha
banda?! [Risos]
Música pra mim é tudo. Meu fone de ouvido é quase uma peça
de roupa.
Música favorita/que mais se identifica escrita pela banda:
“Rock N’ Roll Não Vai Morrer”. Sua letra é quase uma
filosofia de vida. Ela se encaixa perfeitamente, nos tempos atuais. Trata-se de
uma crítica muito bem feita.
Situações vividas na banda:
As coisas mais engraçadas, com certeza, acontecem durante os
ensaios e, também, nos pós-ensaios. Entre elas, lembro até hoje de “ASS”
quebrando o cabo que fora emprestado pelo estúdio. Sua cara quando o fato
aconteceu está eternizada em minha memória... [Risos]. Quanto aos pós-ensaios,
bem, vocês já acompanham a nossa "famosa" Rotina In-Versa. Quem ainda
não viu, está perdendo!
Show mais marcante com a banda:
O nosso 1º, no extinto Dragon Jack, e o nosso último,
realizado no 8º Convés Rock Club. Sendo este último, provavelmente, o melhor
que já fizemos. Mas, tenho certeza de que, se continuarmos nesse ritmo, virão
melhores e melhores!
Deixe uma mensagem em comemoração aos 3 anos de banda:
Agradeço a todos por acompanhar e apoiar esse nosso sonho
louco há, longos, 3 anos!
Essa foi a biografia do Muti! Gostou?! Comente!

Esse cara é fantástico, sente a música vinda dos riffs de guittara, aquele guitarrista que gesticula com a boca fazendo parecer que o som das cordas da guitarra saem das suas cordas vocais! Meu amigo, meu irmão, esse é o Muti!
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